segunda-feira, 28 de março de 2016

Coisas da minha espiritualidade





Um aperto de oliveira e alecrim num atado de fita roxa a fazer lembrar a época festiva. É o meu raminho benzido para quando chegarem as trovoadas de maio, poder lançar folhinhas ao lume aceso da lareira e apaziguar o medo dos trovões. São coisas de infância e de fé. Diria mais que nunca, que são também, coisas da minha espiritualidade. 


mz




 fotografia da minha autoria






10 comentários:

Carmem Grinheiro disse...

Olá, mz
Se nos faz bem termos algo que nos permita manter o elo de ligação à infância, único tempo em que fomos pura essência, também nos faz bem o que nos aquiete os medos. E quanto à espiritualidade, essa é nossa e sagrada.
um bj amg

flor disse...

a foto ficou tão bonita.
lembro-me desses ramos, em casa da minha mãe. é uma memória boa. obrigada.

um abraço.

✿ chica disse...

Linda foto e tudo com seu significado!Adorei! bjs, linda semana,chica

papoila disse...

Que bonito está!
Eu que detesto trovoadas deveria ter um "aperto" destes.
A Vic, mudou-se hoje, estou muito triste.
Beijinhos

Laura Ferreira disse...

e são tão bonitas, estas tuas coisas...

Teté disse...

Não conhecia essa tradição.Também não creio que o medo de trovoadas e tempestades me passasse assim com essa facilidade... :)

Beijinhos

♥Cat disse...

Guardo sempre o meu raminho benzido durante o ano inteiro. Só o deito fora para o substituir por um novo.

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luisa disse...

Este ano não participei nos Ramos e por isso não renovei o meu raminho :(
Este está muito bonito.

Briseis disse...

Nunca um raminho tao simples deu uma foto tao bonita! Não conhecia a tradição de apaziguar as trovoadas, na minha terrinha, os ramos são só para dar à madrinha... E, como eu até aprecio o espectáculo de uma boa trovoada, não preciso dessa proteção =)

Cadinho RoCo disse...

Trabalhar o espírito é mais que oportuno.
Cadinho RoCo