Aqui, se existe poesia, é a realidade brutal da natureza, e uma
inquestionável inteligência humana. Não existe romantismo nestes pores-do-sol,
contudo, não deixam de ser arrebatadores. Este cair da tarde, quando as sombras
voltam a ser longas e a vontade de recolher, ou de olhar a deslumbrante queda
da estrela, parece-me acima de tudo, eletrizante.
terça-feira, 19 de fevereiro de 2019
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019
Um vazio cheio de tanto.
A dormência das aves é aparente; um estalido, e a confusão
de asas é uma explosão de pipoca branca. É o voo para outro poiso. Depois, o regresso do
ilusório silêncio. A água, tem um canto de murmúrio, um fru-fru de véu de céu, e
um parecer de que tudo desliza sem esforço. Logo, logo, o sol acenderá toda a
vida na lagoa, e este vazio cheio de tanto.
Garça-boieira (bubulcus íbis)
Garça-boieira (bubulcus íbis)
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domingo, 3 de fevereiro de 2019
Padrões da floresta
Cada um, aos seus olhos, cria enredos e crónicas com os
padrões da floresta. Entrelaçados - folhas, troncos, e estas
extraordinárias cores de inverno; é como ficar envolto num emaranhado e
inventar um arvoredo que nos engole e mastiga o imaginário.
Floresta que acompanha o Vale Glaciar do Rio Zêzere - Serra da Estrela
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